eu sou um ser cercado de amigos
mas só sabe falar de si mesmo
eu sou aquele mente, sofre
ri, ama e teme
eu sou o cego que se nega a ver
eu sou o bebado da esquina
filosofo de bar e botequin
egocentrico e egoista
eu sou a criança que se recusa a chorar
eu sou a fera que recua, invez de atacar
eu sou o amante que não sente
eu sou o errante que nao se arrepende
(egocentrico, Louise)
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
risco
eu penso que posso
posso mas nem tento
aí eu sento e logo desisto
arrisco?
você pode que faz
faz que tem
que tem meu bem
mas meu bem, quem tem?
arisco!
a gente só se diverte
finge que não se mede
amor quem tem
se perde
há risco.
(risco, Louise)
posso mas nem tento
aí eu sento e logo desisto
arrisco?
você pode que faz
faz que tem
que tem meu bem
mas meu bem, quem tem?
arisco!
a gente só se diverte
finge que não se mede
amor quem tem
se perde
há risco.
(risco, Louise)
os opostos se atraem e se distorcem
esse sofá já tá pequeno demais pra mim
eu olho pela janela e tudo o que eu quero é o mundo lá fora
seguir a linha do horizonte, eterna
eterna mudança, inconstante, como eu
esse café já tá amargo demais pra ser tomado a dois
será que só eu percebi que o melhor pra nós é a distancia?
de longe se ama muito mais
a saudade camufla os defeitos que a convivencia tem o sadismo de evidenciar
eu quero rock, você samba
eu to em cima do muro, você na corda bamba
os opostos se atraem e se distorcem
pra você que sempre falou tanto, ouça agora o doce som do meu silêncio
(os opostos se atraem e se distorcem, Louise)
eu olho pela janela e tudo o que eu quero é o mundo lá fora
seguir a linha do horizonte, eterna
eterna mudança, inconstante, como eu
esse café já tá amargo demais pra ser tomado a dois
será que só eu percebi que o melhor pra nós é a distancia?
de longe se ama muito mais
a saudade camufla os defeitos que a convivencia tem o sadismo de evidenciar
eu quero rock, você samba
eu to em cima do muro, você na corda bamba
os opostos se atraem e se distorcem
pra você que sempre falou tanto, ouça agora o doce som do meu silêncio
(os opostos se atraem e se distorcem, Louise)
café amargo
um dia, quiçá, quando essas grades deixarem de existir
eu aprenda a voar
as grades que me aprisionam em meu corpo
pequeno e frágil
aprisionam o meu talento
num copo de café amargo
deste cigarro eu não quero nem mais um trago
eu quero é viajar e mandar boas noticias
voar pra bem longe e sem companhia
por que é sozinho que a gente se encontra
e eu preciso disto
eu quero encarar os monstros do meu armário
mas os esqueletos que fiquem por lá
(café amargo, Louise)
eu aprenda a voar
as grades que me aprisionam em meu corpo
pequeno e frágil
aprisionam o meu talento
num copo de café amargo
deste cigarro eu não quero nem mais um trago
eu quero é viajar e mandar boas noticias
voar pra bem longe e sem companhia
por que é sozinho que a gente se encontra
e eu preciso disto
eu quero encarar os monstros do meu armário
mas os esqueletos que fiquem por lá
(café amargo, Louise)
onde está?
onde está meu pensamento,
que não para de sonhar?
é um tormento que não cessa
um troço que chega de mansinho
e quando se menos espera
vem e arremeça
o meu juízo pro lado de lá
e por um momento,
eu paro e penso
que se em ti eu penso tanto,
por que é que eu tento parar?
é uma fagulhinha que começa
e logo o vento faz se espalhar
bom, mau, bem, ruim,
sinônimo de antônimo
é um acalento de desassossego
um desconforto de aconchego
senta aqui,
e traz eu riso pra lado de cá
pro lado meu,
que aí eu me contento
aí eu me derreto
aí não há mais conserto.
(onde está?, Louise)
que não para de sonhar?
é um tormento que não cessa
um troço que chega de mansinho
e quando se menos espera
vem e arremeça
o meu juízo pro lado de lá
e por um momento,
eu paro e penso
que se em ti eu penso tanto,
por que é que eu tento parar?
é uma fagulhinha que começa
e logo o vento faz se espalhar
bom, mau, bem, ruim,
sinônimo de antônimo
é um acalento de desassossego
um desconforto de aconchego
senta aqui,
e traz eu riso pra lado de cá
pro lado meu,
que aí eu me contento
aí eu me derreto
aí não há mais conserto.
(onde está?, Louise)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Ordem e Progresso
Na rua onde eu moro
Ninguém quer saber o significado de humanitário ou altruísta
E é duro ter que ver
As meninas se trocando por um trocado de qualquer turista
O dono da rua não tá nem aí pra ninguém
Ele diz que não tem rabo-preso, mas juízo ele também não tem
Acho mesmo que ele tem é uma gangue
Que se seca com dinheiro, depois de nadar numa banheira de sangue
Mas todo mundo fala nada
Ninguém sabe ninguém viu
Se tú é do morro polícia te cobre de porrada
E te manda pra Puta que o Pariu!
Mas se for filho de juiz a história é diferente
Você pode até queimar gente viva
Que a justiça te declara inocente
Aaah, sociedade passiva e paciente!
A ORDEM aqui, é o aumento do imposto
O salário tá no osso, Tristeza eu vejo em cada rosto
E o PROGRESSO?!
Crime realizado com sucesso, diretamente do Congresso
Estudante se contenta em pagar meia
Deputado se senta pra acomodar o dinheiro na meia
A Dona Maria só chega em casa meia noite e meia
Mulher de meia idade / idade e meia,
Trabalha sozinha pra sustentar a família inteira
(Ordem e Progresso, Louise)
Ninguém quer saber o significado de humanitário ou altruísta
E é duro ter que ver
As meninas se trocando por um trocado de qualquer turista
O dono da rua não tá nem aí pra ninguém
Ele diz que não tem rabo-preso, mas juízo ele também não tem
Acho mesmo que ele tem é uma gangue
Que se seca com dinheiro, depois de nadar numa banheira de sangue
Mas todo mundo fala nada
Ninguém sabe ninguém viu
Se tú é do morro polícia te cobre de porrada
E te manda pra Puta que o Pariu!
Mas se for filho de juiz a história é diferente
Você pode até queimar gente viva
Que a justiça te declara inocente
Aaah, sociedade passiva e paciente!
A ORDEM aqui, é o aumento do imposto
O salário tá no osso, Tristeza eu vejo em cada rosto
E o PROGRESSO?!
Crime realizado com sucesso, diretamente do Congresso
Estudante se contenta em pagar meia
Deputado se senta pra acomodar o dinheiro na meia
A Dona Maria só chega em casa meia noite e meia
Mulher de meia idade / idade e meia,
Trabalha sozinha pra sustentar a família inteira
(Ordem e Progresso, Louise)
quinta-feira, 12 de maio de 2011
se arrependimento matasse
se arrependimento matasse
morreriamos por tão pouco
pelo cabelo curto demais, que logo crescerá
pelo susto, pelo surto, que logo você se esquecerá
se arrependimento matasse
nós não cometeriamos o mesmo erro duas vezes
por que é só esquecer do arrependimento
que lá estamos nós errando outra vez
se arrependimento matasse
nós não teriamos tanto tempo
pra tanta duvida, tanto conflito
tanta ressaca moral, tanto faniquito
se arrependimento matasse
eu estaria morta e enterrada
cometer alguma gafe de vez em quando é até bom
a gente vai ficando mais leve, mais seguro
faz bem pra nós, é puro auto-conhecimento
aquele oi pra pessoa errada
aquela ligação que você nunca faria se estivesse sobrio
aquele namoro com a pessoa mais idiota da face da terra
tudo isso na hora é vexatório
mas a gente vai aprendendo
aprende a errar, a contornar a situação
aprende a rir de si mesmo, aprende.
(Se Arrependimento Matasse, Louise)
morreriamos por tão pouco
pelo cabelo curto demais, que logo crescerá
pelo susto, pelo surto, que logo você se esquecerá
se arrependimento matasse
nós não cometeriamos o mesmo erro duas vezes
por que é só esquecer do arrependimento
que lá estamos nós errando outra vez
se arrependimento matasse
nós não teriamos tanto tempo
pra tanta duvida, tanto conflito
tanta ressaca moral, tanto faniquito
se arrependimento matasse
eu estaria morta e enterrada
cometer alguma gafe de vez em quando é até bom
a gente vai ficando mais leve, mais seguro
faz bem pra nós, é puro auto-conhecimento
aquele oi pra pessoa errada
aquela ligação que você nunca faria se estivesse sobrio
aquele namoro com a pessoa mais idiota da face da terra
tudo isso na hora é vexatório
mas a gente vai aprendendo
aprende a errar, a contornar a situação
aprende a rir de si mesmo, aprende.
(Se Arrependimento Matasse, Louise)
terça-feira, 10 de maio de 2011
adeus ou até breve
To indo correr atras dos meus sonhos
Enquanto ainda os tenho
Fui atras de mim, me conhecer, muito prazer
Bom dia pra você, não me espere pro almoço
E quando eu voltar, se eu voltar
Não serei a mesma, essa é minha unica certeza
Posso ser um sucesso ou um total fracasso
De qualquer forma, melhor nao botar a mesa
Melhor não contar comigo
Que eu já nem sei mais quem eu sou
Já nem sei a que mundo pertenço
Mas sei exatamente a que vim
Eu vim por desespero
Pela falta de apego
Eu vim por que estava triste
Pelo desejo de ser livre
Eu vim pela boca livre
Pela palavra livre
Pela lingua solta
Eu vim por minha mente revolta
Eu sinto vontade de gritar a todo momento
Mas o meu meio me cala
Agora sou eu quem faz meu tempo
E só volto com todos os meus sonhos dentro da mala
(Adeus Ou Até Breve, Louise)
Enquanto ainda os tenho
Fui atras de mim, me conhecer, muito prazer
Bom dia pra você, não me espere pro almoço
E quando eu voltar, se eu voltar
Não serei a mesma, essa é minha unica certeza
Posso ser um sucesso ou um total fracasso
De qualquer forma, melhor nao botar a mesa
Melhor não contar comigo
Que eu já nem sei mais quem eu sou
Já nem sei a que mundo pertenço
Mas sei exatamente a que vim
Eu vim por desespero
Pela falta de apego
Eu vim por que estava triste
Pelo desejo de ser livre
Eu vim pela boca livre
Pela palavra livre
Pela lingua solta
Eu vim por minha mente revolta
Eu sinto vontade de gritar a todo momento
Mas o meu meio me cala
Agora sou eu quem faz meu tempo
E só volto com todos os meus sonhos dentro da mala
(Adeus Ou Até Breve, Louise)
segunda-feira, 9 de maio de 2011
cada riso
é curiosidade de experimentar algo novo
é mulecagem de fazer o que não pode
é tentativa de enquietar um estorvo
é fogueira que rodopia, desce, depois sobe
rodopia-me a cabeça
arrepia-me os sentidos
desce e se enconde na brasa da lareira
depois sobe num assopro aos ouvidos
faz arte sem saber
faz medo de doer
faz saudade se não vem
e a quem tem, sim, faz muito bem!
coisa que quanto mais procura menos acha
desenhar sem borracha
se quebra, não mais encaixa
e cada riso meu, ébrio de paixão, é a maior graça
(Cada Riso, Louise)
é mulecagem de fazer o que não pode
é tentativa de enquietar um estorvo
é fogueira que rodopia, desce, depois sobe
rodopia-me a cabeça
arrepia-me os sentidos
desce e se enconde na brasa da lareira
depois sobe num assopro aos ouvidos
faz arte sem saber
faz medo de doer
faz saudade se não vem
e a quem tem, sim, faz muito bem!
coisa que quanto mais procura menos acha
desenhar sem borracha
se quebra, não mais encaixa
e cada riso meu, ébrio de paixão, é a maior graça
(Cada Riso, Louise)
lembranças
sentar na varanda
só pra fumar o ultimo cigarro da noite
e tentar achar o fim do horizonte
e falar sobre qualquer coisa idiota
e o assunto se estender até ficar muito bom
e conseguir cantar aquela musica até o fim
e morrer o assunto do nada
e ficar conversando por olhares
e voltar a falar freneticamente
e abrir outra garrafa
e sentar mais pertinho
e prender a respiração pra nao demonstrar ansiedade
e fechar os olhos
e abri-los de vagar
e ver os seus mais proximos
e sentir a sua respiração
e agora no ritmo da minha
e abaixar a cabeça pra não mostrar o rosto vermelho
e sentir você ajeitando meu cabelo
e dar aquele risinho timido
e tentar fazer uma cara de normal
e acabar fazendo uma careta idiota
e fechar os olhos de novo
e sentir o teu labio colando ao meu
e desejar aquele momento pra sempre
e ouvir sinos
e ver estrelas
e sentir um calafrio enorme
e ter vontade de rir, gritar, correr, pular
e abrir os olhos novamente
e perceber que você ainda está comigo
e não vai sair daqui tão cedo
e ler no teu olhar todo o significado da palavra 'unico'
e inventar mentalmente uma nova palavra pra esse momento, pq unico é brega demais
e criar coragem pra te falar essa nova palavra
e saber que essas coisas não são vontandes, são lembranças.
(Lembranças, Louise)
só pra fumar o ultimo cigarro da noite
e tentar achar o fim do horizonte
e falar sobre qualquer coisa idiota
e o assunto se estender até ficar muito bom
e conseguir cantar aquela musica até o fim
e morrer o assunto do nada
e ficar conversando por olhares
e voltar a falar freneticamente
e abrir outra garrafa
e sentar mais pertinho
e prender a respiração pra nao demonstrar ansiedade
e fechar os olhos
e abri-los de vagar
e ver os seus mais proximos
e sentir a sua respiração
e agora no ritmo da minha
e abaixar a cabeça pra não mostrar o rosto vermelho
e sentir você ajeitando meu cabelo
e dar aquele risinho timido
e tentar fazer uma cara de normal
e acabar fazendo uma careta idiota
e fechar os olhos de novo
e sentir o teu labio colando ao meu
e desejar aquele momento pra sempre
e ouvir sinos
e ver estrelas
e sentir um calafrio enorme
e ter vontade de rir, gritar, correr, pular
e abrir os olhos novamente
e perceber que você ainda está comigo
e não vai sair daqui tão cedo
e ler no teu olhar todo o significado da palavra 'unico'
e inventar mentalmente uma nova palavra pra esse momento, pq unico é brega demais
e criar coragem pra te falar essa nova palavra
e saber que essas coisas não são vontandes, são lembranças.
(Lembranças, Louise)
o mesmo babaca
por baixo da roupa todo mundo está nu
eu me mostro cardado em algodão cru
o que eu escrevo no meu corpo é o que já está morto em minha mente
o que a minh'alma já não sente
eu vomito, boto pra fora
eu regurgito a minha historia
na cara de quem quiser pagar pra ver
eu só não quero permanecer
o mesmo babaca de sempre
a cada dia eu tento ser um babaca diferente
você que me desculpe, mas a companhia não importa
toda noite eu somo eu multiplico
os meus amigos, tudo gente torta
(O Mesmo Babaca, Louise)
eu me mostro cardado em algodão cru
o que eu escrevo no meu corpo é o que já está morto em minha mente
o que a minh'alma já não sente
eu vomito, boto pra fora
eu regurgito a minha historia
na cara de quem quiser pagar pra ver
eu só não quero permanecer
o mesmo babaca de sempre
a cada dia eu tento ser um babaca diferente
você que me desculpe, mas a companhia não importa
toda noite eu somo eu multiplico
os meus amigos, tudo gente torta
(O Mesmo Babaca, Louise)
sábado, 7 de maio de 2011
a artesã
há de existir alguem no mundo que me entenda
que converse comigo e a conversa naturalmente se estenda
há de existir alguem que valha a pena
alguem que goste de sexo e cinema
de nicotina e poema
eu sei, o que procuro de tão simples que é
acaba por se tornar uma busca vã
café preto pela manhã
a paciencia de uma artesã
que tece a cada dia um pouquinho
sem pressa, pra não errar
sem pressa, pra nunca acabar
(a artesã, Louise.)
que converse comigo e a conversa naturalmente se estenda
há de existir alguem que valha a pena
alguem que goste de sexo e cinema
de nicotina e poema
eu sei, o que procuro de tão simples que é
acaba por se tornar uma busca vã
café preto pela manhã
a paciencia de uma artesã
que tece a cada dia um pouquinho
sem pressa, pra não errar
sem pressa, pra nunca acabar
(a artesã, Louise.)
roses
"[...] Le monde nous présente des roses. Pourtant elles jânent après quelques jours. Et pourquoi ne seraient-elles pas immortelles? Parce qui elles ne réussissent pas soutenir la beauté beaucoup de temps sans leurs racines. Et inventer des racines , fait mal, si mal qui tue." (C.....roses, Dave.)
amor racional
desconfio de todo e qualquer "amor racional"
quem ama é bobo, baba
o ser pensante se torna passional
sinceramente, a inteligencia se acaba
amor é clichê
é serenata
completamente demodê
querer você e mais nada
mais piegas que citar alguem
pra por efeito na frase
é riminha iê iê
que seja eterno até que se acabe
que seja eterno
até que se torne
o purgatorio, o inferno
um porre
(amor racional, Louise.)
quem ama é bobo, baba
o ser pensante se torna passional
sinceramente, a inteligencia se acaba
amor é clichê
é serenata
completamente demodê
querer você e mais nada
mais piegas que citar alguem
pra por efeito na frase
é riminha iê iê
que seja eterno até que se acabe
que seja eterno
até que se torne
o purgatorio, o inferno
um porre
(amor racional, Louise.)
Fina Moça
e tudo que ela quer é se por à folia
e tudo que ela faz é esbanjar alegria
e tudo que ela diz me acaricia
e tudo que ela é, é ousadia
fina moça que só quer saber de dançar
final da festa ela ainda está lá
e não olha pro lado, de não se importar
que se ela não se comporta,
como há de se portar?
porto ela não tem
mas tem quem a queira bem
no bolso não leva nem um vintém
chega pro lado que ela já vem
só tem riso que ri o mundo inteiro
teu sorriso é pra fim, começo e meio
e balança a blusa que mostra o seio
a fina moça sorri sem receio
e tudo que ela dança é poesia
fina moça que de fineza não tem nada
nada a tem
nada a retem
nada a detem
dentre outros sorrisos e soluços do salão
a moça fina põe-se a bailar a música
põe-se ao baile da acustica
posta à baile de rua
que tudo que ela quer é se por à carícia
que tudo que ela faz é esbanjar malícia
que tudo que ela diz me contamina
e tudo que ela é!
é moça fina
(fina moça, Louise.)
e tudo que ela faz é esbanjar alegria
e tudo que ela diz me acaricia
e tudo que ela é, é ousadia
fina moça que só quer saber de dançar
final da festa ela ainda está lá
e não olha pro lado, de não se importar
que se ela não se comporta,
como há de se portar?
porto ela não tem
mas tem quem a queira bem
no bolso não leva nem um vintém
chega pro lado que ela já vem
só tem riso que ri o mundo inteiro
teu sorriso é pra fim, começo e meio
e balança a blusa que mostra o seio
a fina moça sorri sem receio
e tudo que ela dança é poesia
fina moça que de fineza não tem nada
nada a tem
nada a retem
nada a detem
dentre outros sorrisos e soluços do salão
a moça fina põe-se a bailar a música
põe-se ao baile da acustica
posta à baile de rua
que tudo que ela quer é se por à carícia
que tudo que ela faz é esbanjar malícia
que tudo que ela diz me contamina
e tudo que ela é!
é moça fina
(fina moça, Louise.)
Primeiro Post
Bom, há muito e muito nós queriamos fazer um blog pra postar as coisas que saem de nossas cabeças... Mas sempre deixamos pra depois, hoje, o "depois" foi agora e aqui vamos nós. Tornando públicos nossos pensamentos.
Louise e Dave
Louise e Dave
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