um dia, quiçá, quando essas grades deixarem de existir
eu aprenda a voar
as grades que me aprisionam em meu corpo
pequeno e frágil
aprisionam o meu talento
num copo de café amargo
deste cigarro eu não quero nem mais um trago
eu quero é viajar e mandar boas noticias
voar pra bem longe e sem companhia
por que é sozinho que a gente se encontra
e eu preciso disto
eu quero encarar os monstros do meu armário
mas os esqueletos que fiquem por lá
(café amargo, Louise)
terça-feira, 17 de maio de 2011
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