por baixo da roupa todo mundo está nu
eu me mostro cardado em algodão cru
o que eu escrevo no meu corpo é o que já está morto em minha mente
o que a minh'alma já não sente
eu vomito, boto pra fora
eu regurgito a minha historia
na cara de quem quiser pagar pra ver
eu só não quero permanecer
o mesmo babaca de sempre
a cada dia eu tento ser um babaca diferente
você que me desculpe, mas a companhia não importa
toda noite eu somo eu multiplico
os meus amigos, tudo gente torta
(O Mesmo Babaca, Louise)
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